Chico Xavier Chico Xavier e J. Herculano Pires

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Chico Xavier e J. Herculano Pires

Chico Xavier e J. Herculano Pires

J. Herculano Pires e o médium Chico Xavier realizaram diversos trabalhos em parceria, e vários deles resultaram em livros.

Francisco Cândido Xavier nasceu em Pedro Leopoldo, estado de Minas Gerais, em 2 de abril de 1910. Filho de vendedor de bilhetes e lavadeira, esse homem simples foi consagrado por todos aqueles que tiveram a oportunidade de se aproximar, tocar e até mesmo conversar com ele. De família modesta, só pôde estudar até a 4ª série do primário, pois teve de trabalhar desde criança para ajudar no orçamento de casa. Seu pai, João Cândido Xavier, gerou nove filhos com Maria João de Deus. Quando Chico era ainda pequeno, a mãe faleceu, deixando-o sob a responsabilidade da madrinha, que o maltratava constantemente. Nessa mesma época, o garoto começou a experimentar as primeiras manifestações mediúnicas: ele via a falecida mãe, pronta a consolá-lo dos maus-tratos e aconselhá-lo a ser obediente e humilde, virtudes que cultivou por toda a vida.

Com mais de 400 obras publicadas e 25 milhões de exemplares vendidos, o médium é considerado um dos maiores fenômenos editoriais do País. Desde que começou a produtiva empreitada de escritor mediúnico, renunciou a qualquer benefício fruto desse trabalho. Tanto os direitos autorais (que recusava receber) quanto a enorme quantidade de presentes que ganhou foram doados a entidades assistenciais ou a pessoas carentes.

Em 30 de junho de 2002, vítima de parada cardíaca, Chico Xavier desencarnou tranqüilamente em sua casa. Depois de solicitar que lhe fizessem a barba, o que, por hábito, aconteceria apenas na segunda-feira, Chico acomodou-se em seu leito e, postando as mãos em atitude de prece, parou de respirar. Aproximadamente 200 mil pessoas estiveram presentes durante os dois dias de velório e mais de 30 mil acompanharam emocionadas o sepultamento do médium, que aconteceu na tarde do dia 2 de julho.

Editorial

Uma tomada de consciência

J. Herculano Pires

O apego ao contingente, ao imediato, apaga na consciência dos nossos dias o senso da responsabilidade espiritual. Nem mesmo a ronda constante da morte consegue arrancar o homem atual da embriaguez do presente.

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Arigó – vida, mediunidade e martírio,
escrita por J. Herculano Pires.

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Fatos sobre a vida do professor
J. Herculano Pires, narrados por familiares
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